O Primeiro Susto!

Escrito por Maristela Steffen Schaukoski em set 5, 2008

Depois que elas foram embora, ficamos nós dois ali, babando em cima dela, nossa como ela era pequeninha, linda, toda inchadinha e amassada, nossa meu marido ficava impressionado do quanto ela era parecida com ele… Ele ria e dizia que estava vendo o Mini-me…rs (um clone dele, para quem não viu o filme do Austin Powers) …rs.Passado mais um tempo, Júlia fez cocozinho novamente, e ele foi trocá-la no bicama ao lado da minha cama.Ai veio o primeiro susto. Ao colocar ela deitada e abrir sua fralda, ela se afogou… Gente… precisam de ver que medo, nossa meu marido foi muito rápido… Levantou ela ligeiro, bateu nas costinhas, e logo ela se recuperou…. Mas o estrafego já havia acontecido…rs… Ao levantar ela, saiu cocô para todos os lados, ela se sujou inteira, sujou ele, a fita da fralda grudou na sua perninha… Rsrs… Vi neste momento um pai em pânico, mas nada podia fazer, pois não tinha condições de se mexer da cama.Com calma e já recuperado do susto, ele conseguiu limpar ela e colocar a fralda, mas teve muito medo de trocar a roupinha (também né, ela tinha apenas algumas horas, ele já tinha sido muito corajoso em fazer tudo aquilo)… então liguei para o berçário e uma enfermeira veio trocar a roupinha dela.Me senti orgulhosa dele… Obrigada papai por tanta dedicação e coragem.

As Primeiras Visitas

Após chegar no quarto, meu marido ligou para minha sogra avisando que nós duas já estávamos no quarto e que podíamos receber visitas.Nossa eu estava ainda sobre o efeito da anestesia, e comecei a vomitar…Nisto chegaram minha sogra e minha cunhada, felizes da vida e ansiosas para conhecer a pequena Júlia.Eles conversavam no quarto, riam, estavam felizes com ela no colo, e eu ali, me sentindo muito mal, estava tonta, enjoada, vomitando muito… Meu deus como eu vomitei, no fim nem tinha mais nada para vomitar.Então meu marido chamou a enfermeira que veio me dar uma injeção de Plasil na veia, para cortar os vômitos.

A primeira troca de fraldas

A Júlia estava inquieta, então pedi para que olhassem se ela não estava de cocozinho ou de xixi… Dito e feito, estava com a fralda cheia.E adivinham quem trocou a primeira fralda? O Papai é claro!
Nossa… Foi muito emocionante ver ele trocando a fralda dela pela primeira vez, jamais imaginava que ele faria isto, ele foi muito corajoso pois nunca havia pegado numa fralda antes, mas como sempre me surpreendendo, ele se saiu muito bem, apesar de ser desajeitado.
Isto tudo foi registrado pela tia Miriam que não cansava de tirar fotos, e todos estavam ali ao redor da pequena Júlia, felizes, curtindo muito o momento.


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Quarta Semana

Escrito por Maristela Steffen Schaukoski em jul 19, 2008

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Nascimento da Júlia – Cesariana

Escrito por Maristela Steffen Schaukoski em jul 13, 2008

Filmagem na íntegra da cirurgia cesariana.
Desaconselhável para menores ou pessoas que não gostam de ver sangue.
Não contém cenas de nudez frontal.


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A cesariana

Escrito por Maristela Steffen Schaukoski em jul 12, 2008

Então as enfermeiras vieram nos arrumar, foi uma coisa rápida, enquanto uma me arrumava, outra arrumava meu marido. Aí aconteceu uma coisa engraçada, como meu marido é mais gordinho, aquela roupa não entrava! Rsrs, rimos um monte, tiveram que ir atrás de outra maior e acabou sendo um momento de descontração…

Entrei no centro cirúrgico rindo muito, e as enfermeiras também…rs, enquanto ele esperava na sala ao lado.

Veio o anestesista, começaram a me preparar, e logo ele já me aplicou a raqui. Tudo aconteceu muito rápido. A anestesia não doeu, apenas no momento em que a agulha entrou, só senti um calor nas costas descendo…

Estava preocupada, perguntei se não iriam chamar meu marido, jamais iria perdoá-los se não chamassem meu marido, pois nos preparamos muito para este momento. Então me disseram que logo iriam chamar, pois estavam colocando os panos esterilizados, e ele não poderia tocar neles.

Mas, como ele é esperto, não esperou eles chamarem não, já veio entrando na sala, filmando tudo, ainda bem, senão ele poderia acabar não vendo nada.

Começou a cirurgia, e foi tudo muito rápido. Não senti nada, sentia apenas como se estivessem passando a mão sobre a minha barriga.

Quando o anestesista disse, ó, a Júlia vai nascer agora! E meu marido disse feliz, os cabelos dela são pretos! Ele já tinha visto os cabelos dela antes mesmo dela nascer, através do saco amniótico, que é transparente.

Então eu ouvi o chorinho mais gostoso da minha vida!

Lágrimas rolaram em meu rosto simultaneamente ao choro dela, e meu marido emocionado dizia… Ô filha… Que linda, que linda!

Foi muita emoção.

Então vieram me trazer ela… Esperei tanto por este encontro! …Mas não me deixaram dar um beijinho, apenas me mostraram ela rapidamente…

Eu estava chorando de emoção, e fiquei muito feliz de ver minha filha pela primeira vez.

Mas fiquei preocupada, porque ela não estava chorando e estava muito roxinha, parecia que estava morta…

Saíram com ela correndo para outra sala e meu marido a acompanhou…

Gente, vocês não imaginam o nervosismo que fiquei…
A dor de cabeça veio no mesmo momento…
Estava me sentindo fraca…
Queria falar mas não conseguia, senti falta de ar, parecia que não tinha nada dentro de mim e apenas consegui dizer baixinho…

Ai que dor de cabeça…

E o anestesista respondeu na hora, é nervosismo, vou te dar um calmante.

Logo em seguida meu marido veio, enquanto estavam terminando de me costurar, me dizer que ela estava bem, que tinha pesado 3 quilos e 495 gramas e media 51 cm… Ah, e que não tinha mancha nenhuma no rosto! rs.. (É que eu e meus irmãos tínhamos uma mancha na testa quando nascemos, e alguns sobrinhos meus também tinham, mas depois desapareceu).

Do momento que começaram a cirurgia até o momento que ela nasceu levaram apenas 3 minutos e 22 segundos, e 20 segundos depois o cordão umbilical foi cortado, exatamente as 13h43 do dia 19 de junho de 2008.

Levei a anestesia as 13h37 e as 13h55 eu já tinha saído da mesa de cirurgia, um total de 18 minutos.

E assim, terminou a cirurgia. Eu estava grogue. Quase não conseguia falar. E fui para a sala de recuperação. Estava ansiosa por poder dar um beijinho na minha filha e poder olhar o rostinho dela. Mas estavam demorando muito para me trazerem ela. Chamei a enfermeira e pedi… Cadê minha filha?

Então foi que ela me disse que estavam fazendo uma outra cesárea e que não podiam entrar ali. Mas que quando a outra cesariana terminasse, iriam me trazê-la.

Cerca de meia hora depois, reconheci pelo cobertor que minha filhinha estava vindo.
Êêê!!!
Fiquei muito feliz, apesar de estar ruim. Colocaram ela em cima de mim e dei nela o primeiro beijo!
Que emoção…
Foi um momento inexplicável…
Olhar aquele rostinho, dar um cheirinho…

Colocaram ela pra mamar em mim, mas que desacerto. Meu bico do seio estava inchado e muito grande, ela não conseguia pegar. Eu senti um pouco de dor, mas ela não estava com fome não, queria mesmo era um cheirinho, e acabou dormindo ali, cheirando meu seio…

Logo em seguida fomos para o quarto. Pensei que iria encontrar meu marido, mas ele não estava, tinha vindo para casa colocar as primeiras fotos no Orkut. Rs.

Ficamos um bom tempo nós duas sozinhas no quarto, ela dormindo no bercinho como um anjinho.

Meu marido chegou e então nos vimos como uma família pela primeira vez e foi um momento maravilhoso!

Apesar de todas a dores e dificuldades, se precisasse eu não hesitaria em passar por tudo isto de novo pelo prazer de ter concebido minha primeira filha.

Bem-vinda ao mundo Júlia.


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Semana do nascimento da Júlia

Escrito por Maristela Steffen Schaukoski em jul 12, 2008

Domingo…

Neste domingo sofri muito durante todo o dia, estava sentindo muita azia e uma má-digestão horrível… Não conseguia comer nada… Chorava de fome… Foi muito ruim, estava me sentindo muito agoniada e não consegui dormir direito a noite.

Segunda- feira…

Como as consultas passaram a ser semanais depois da 35ª semana, tivemos consulta com o doutor Eduardo pela manhã.
Levamos para ele o resultado do ultra-som com Doppler que havíamos feito na semana anterior. Agora nossa princesinha já estava pesando 3.5kg e medindo 52cm.
Ao avaliar o tamanho dela, o doutor Eduardo ficou um pouco pensativo e comentou que talvez seria aconselhável fazer uma cesariana, pois ela estava ficando grande para um parto normal.
Isto me deixou um pouco preocupada, mas tudo bem.
Ao me examinar ele viu que eu ainda teria condições de fazer um parto normal, mas eu estava me sentindo agoniada e sofrendo bastante, então ele me disse que se eu quisesse, poderíamos fazer a cesárea na quinta-feira.
Em nenhum momento o Dr. Eduardo me influenciou a tomar esta decisão, disse que como eu queria parto normal, deveríamos esperar mais um pouco, no dia seguinte haveria a mudança da lua, para lua cheia… Quem sabe a Júlia não se animaria e nasceria.

Então decidimos que se a Júlia ainda não tivesse nascido e se eu não estivesse me sentindo bem, na próxima quinta-feira eu iria diretamente para o hospital para uma avaliação, ou possível cesariana.
Nossa… Eu e meu marido saímos dali sem saber o que fazer…
Eu não queria interferir na hora certa dela nascer… Meu coração estava dividido… Fiquei muito ansiosa e apreensiva… Aiai…

Ao chegarmos em casa, conversei com meu marido, percebi que ele estava triste, pois queria que eu tivesse parto normal, ele tinha medo que estivéssemos nos precipitando, e deixou a decisão para eu tomar… Apenas me disse que me apoiaria nas duas escolhas, e que estava ali para me ajudar.
Liguei para minha mãe e conversei com ela e meu pai, os dois achavam que o melhor seria eu seguir o conselho do médico, que eu deveria fazer o que fosse melhor para mim e para ela.

Então tá…

Depois de pensar um pouco disse ao meu marido, se for para fazer cesárea na quinta, para quê esperar, vou fazer amanhã mesmo!

Liguei para a clínica para falar com doutor Eduardo e a secretária me informou que eu havia esquecido meu cartão da Unimed lá… Então fomos buscá-lo e já aproveitei para falar pessoalmente com o médico.

Ao entrar no consultório ele disse, ué, o que tu estás fazendo aqui? E eu respondi, se for para fazer a cesárea, vamos fazer amanhã! No que ele me respondeu, estás louca? Deixa ela aí mais uns dias guria, espera… Afinal só faltam mais dois dias para quinta-feira…
Então meu marido perguntou a ele, doutor, queremos saber o que o senhor nos aconselha, o que é melhor para as duas? Então o Dr. Eduardo falou que achava que seria melhor a Júlia nascer ainda naquela semana, pois se esperássemos para a semana seguinte, ela ficaria muito grande para parto normal e como minha placenta já estava madura deveríamos esperar até quinta…

De qualquer forma, até quinta-feira ela iria nascer.

E foi isto que deixamos combinado, na quinta de manhã eu iria em jejum para o hospital para uma avaliação e conforme o resultado, faríamos a cesárea pela manhã mesmo.

Aiai…

Esperar mais dois dias… Que ansiedade eu estava.

Terça-feira

Mais uma noite mal dormida, azia e mais azia… Dores e mais dores na pelve, nas costas, no cóccix… E mais um dia sem ela nascer.
Pela manhã tudo correu tranqüilamente.
Depois de almoçar, lá pelas 13h30, começaram as dores…

Meu deus, o que era aquilo… A dor era demais… Fiquei como uma louca caminhando
dentro de casa, me apoiava no meu marido a cada contração, parecia que ele me fortalecia com seu apoio e seu carinho.
As contrações estavam vindo num intervalo de 15min, depois passaram para 12 e quando estavam em 10/10min não agüentei mais, fomos caminhar na frente de casa, andava de um lado para o outro, e aquilo ajudava a aliviar.
Mas mesmo com todas estas dores, estávamos felizes, os olhos do meu marido brilhavam, e ele me dizia… Que bom amor, acho que você vai conseguir parto normal… A felicidade era demais… A cada dorzinha era uma festa!

Pensei em ligar para o doutor Eduardo, mas não iria adiantar nada, pois ele já havia nos orientado a ir para o hospital quando as contrações estivessem em intervalos de 5/5 minutos. Então só nos restava esperar…

Liguei para a minha mãe avisando que eu estava com dores, ela também ficou muito feliz, e me disse que era pra avisarmos quando fôssemos para o hospital… Tudo indicava que aquela noite eu daria a luz, ainda mais que a lua estava mudando para cheia…
Mas para nossa tristeza quando eram umas 17h, as dores cessaram, não acreditamos, todas aquelas dores haviam passado como se eu não tivesse sentido nada…

Aiai… Não foi como imaginamos…

Quarta -feira

A ansiedade tinha tomado conta de nós dois, para variar, foi mais uma noite sem dormir… Como é difícil o final de uma gravidez…
Conversamos muito a respeito do que tinha acontecido naquela tarde, então comecei a prestar atenção nos sinais… Como diz nosso amigo Maneca, devemos prestar atenção aos sinais que o mundo nos manda.
E foi isto que fiz, e, nossa… Estava com uma sensação de que a Júlia estava me dizendo… “mamãe…quero nascer, me ajuda porque eu não consigo…”. Então comecei a aceitar melhor a idéia de uma cesariana…
Imaginem, ela desde as 33 semanas deu sinal de que queria nascer, tomei remédio pra segurar ela, ela estava encaixada, baixa, colo do útero fino… Contrações e dores que indicavam um parto normal de certeza… E nada!
Passamos o dia numa ansiedade só, eu estava emotiva e chorei demais… Era um monte de sensações que eu não sabia explicar… Medo, insegurança, saudade da barriga,
 ansiedade em conhecer ela, decepção…
E a noite chegou… Terminei de arrumar as nossas bolsas, tomei um bom banho pra relaxar… Algumas vizinhas vieram me dar um beijo e desejar boa sorte…
Então… Contei os minutos pra chegar as 7h da manhã… Aiai que noite mais longa… Porque a gente fica assim com tanta ansiedade?…

Quinta-feira, o grande dia!

Depois de mais uma noite com dores, na madrugada a dor apertou novamente, finalmente o dia amanheceu…
Acordamos as 6h da manhã… Mais uma vez tomei banho…(não sei para que…mas acho que era para passar mais rápido e também para ir limpinha para o hospital… rs), terminei de colocar as coisas que faltavam na bolsa, meu marido também acordou e como eu não podia comer, não tinha mais o que fazer.
Eram 7 da manhã quando ele começou a colocar as coisas no carro, e não é que me deu diarréia? Nunca sofri disto, mas tive que ir correndo pro banheiro…rs. Também não podia ser diferente, né? Com tanta ansiedade e nervosismo… rs.
Chegamos no hospital umas 7h20min, enquanto meu marido foi estacionar, fui fazer minha ficha para a consulta. Como não podem entrar acompanhantes no centro obstétrico, meu marido ficou na sala de espera, do lado de fora.
Chamaram o doutor Eduardo e eu entrei. Conversamos, contei pra ele o que tinha acontecido e então fomos fazer o exame de toque…
Eu estava apenas com 1 dedo de dilatação, mas ele viu apalpando a minha barriga que eu ainda tinha condições para o parto normal. Foi onde ele me disse, ainda dá para tentarmos parto normal, tens medo da dor? E eu respondi, não, não tenho medo.

Optamos então por induzir o parto.

Ali mesmo ele já colocou um comprimido em minha vagina para amolecer o colo, e mandou eu preparar minha internação.

Encontrei meu marido e dei a boa notícia, iríamos tentar o parto normal, estávamos muito felizes, e meu marido me agradeceu por eu tomar esta decisão.

Demos entrada na internação e por sorte conseguimos um apartamento com suíte, ar condicionado, tevê a cabo e frigobar.
Fomos para o quarto e eu já estava com um pouco de dor, e logo em seguida vieram me colocar no soro.
Aiai…
Bendita ocitocina, sei que ela iria me causar muita dor, mas estava firme, estava confiante que iria conseguir parto normal.

Tiramos umas fotos no quarto, as últimas com a barriga e agora só nos restava esperar a dor chegar.

Pois bem, as dores começaram, contrações a cada 8 min., isto eram umas 9h30min, eu já não estava mais perambulando pelo quarto, estava quietinha na cama e meu marido marcando os intervalos e a duração de cada contração com dois celulares nas mãos.
Nossa, e as dores foram aumentando. Quando chegou uma enfermeira no quarto para medir minha pressão, as dores já estavam em intervalos de 3/3min, ela se espantou de tão rápido que estava o trabalho de parto e nos disse que já viriam me buscar para a sala de pré-parto… Pelo tipo, eu iria dar a luz logo.

Em seguida vieram nos buscar e graças a Deus, o Dr. Eduardo deixou meu marido me acompanhar, como temos plano de saúde, ficamos numa sala reservada, sozinhos. O doutor fez o exame de toque novamente, mas eu ainda estava apenas com 2 dedos de dilatação, imaginem, eu precisava chegar a 10 dedos.

Continuamos lá, já era quase meio-dia, a dor era muito forte, vocês não fazem idéia do tamanho da dor que eu sentia, é uma dor difícil de descrever, algo como uma dor de cãibra no útero.

Então como as contrações já estavam acontecendo a cada minuto, dor em cima de dor, eles diminuíram a velocidade do meu soro, agora aquelas gotas demoravam para pingar…

Já passava de meio-dia.

Alguma coisa me dizia que eu não iria conseguir, não sei se já era intuição de mãe.

Comentei com meu marido chorando , amor, não vou conseguir, sinto que não está evoluindo. E ele a todo momento me dando forças e me confortando, me dizia, não amor, você vai conseguir sim, vamos esperar o médico para ver o que ele diz, mas se você não conseguir, você tentou e pelo menos está avisando a Júlia de que hoje é o dia dela nascer…

Eram 1h15m quando chegou o doutor Eduardo.
Ele viu que eu estava com muita dor, fez o exame de toque, e nossa, foi o toque mais doído, doeu muito, e ele me disse com um ar sério,

cesariana,

e agora!

Nos disse que até poderíamos esperar mais, mas que, como a dilatação não estava evoluindo, que seria desnecessário esperar muitas horas de dor para então decidir pela cesariana.

Nossa, foi uma mistura de sentimentos…

Não sei descrever o que eu estava sentindo… Exceto dor, é claro… rs.


A Júlia Nasceu!

Escrito por Maristela Steffen Schaukoski em jun 19, 2008

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A Júlia vai nascer amanhã….

Escrito por Maristela Steffen Schaukoski em jun 18, 2008

Tô louca pra te ver chegar…
Tô louca pra te ter nas mãos…Eu não existo longe de você…
Êêêêê…..a Júlia vai nascer!

Pois é minha gente, chegou o grande dia… Amanhã nossa filha vai nascer :)

Nem sempre as coisas acontecem como a gente imagina…
Desde as 33 semanas, ela queria nascer… Tudo indicava que seria parto normal… Ela encaixada, baixa, colo do útero fino… Mas as coisas tomaram outro rumo agora.
Na segunda fomos no médico, e como ela já está bem grande, com aproximadamente 3.800 kg e 52 cm, achamos melhor não esperar até o prazo final, que é dia 27.
Como quero muito um parto normal, o doutor Eduardo nos aconselhou esperar até amanhã, dia 19, caso ela não nasça nesta virada de lua, me pediu para ir no hospital amanhã cedinho em jejum para uma avaliação…
Se ele ver que está tudo dentro do normal e que eu consiga ter de parto normal, vai tentar induzir… Caso contrário faremos a cesárea amanhã mesmo de manhã…
Então, só coloco nas mãos de Deus, ele saberá o que será melhor para nós duas…

Agora estamos na espera… A ansiedade está demais… Estou chorona, emocionada, com um pouquinho de medo, imaginando com será o encontro com nossa filha tão esperada… Como ela vai ser… Aiai… Vocês não imaginam o que estamos sentindo neste momento tão especial em nossas vidas.

Então queridos amigos, rezem por nós e fiquem na torcida para que dê tudo certo.

E depois, venham conhecer a nossa tão esperada Júlia :)

Beijos em todos.


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09/Junho – Sétimo Ultra-som

Escrito por Maristela Steffen Schaukoski em jun 9, 2008

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A Júlia pode nascer a qualquer momento!

Escrito por Maristela Steffen Schaukoski em jun 6, 2008

Na segunda tínhamos consulta marcada para as 17h30, mas no início da tarde a dor apertou e o medo também, principalmente quando fui no banheiro evacuar.
Vocês sabem que grávidas sofrem muito com prisão de ventre, então tive que fazer uma “forcinha” e não é que senti minha filha descer, parece que ela ia nascer ali mesmo, foi uma sensação estranha pois parecia que ela estava “entalada” na minha vagina. Chamei rápido meu marido mas graças a Deus nada demais, só um susto mesmo…rsrs.
Como estava com aquela sensação horrível e dor, antecipei meu horário e fui para a clínica.
Relatei o que estava sentindo ao doutor Eduardo e logo fomos fazer o exame de toque. Ele realmente confirmou que ela tinha baixado mais um pouco, pois não só tocou a cabeça dela como deu uma empurradinha nela para cima…. Nossa, senti uma pressão muito grande em todo o abdômen.
Também me falou que o colo do útero está muito fino, e que eu posso ganhar ela a qualquer momento, poderia até mesmo ser naquela noite, pois era a virada da lua.
Ele ficou feliz em ver que está correndo tudo normal, me disse que é melhor assim, que a mulher vai afinando o colo do útero aos poucos, pois assim o parto será mais rápido, e que provavelmente minha bolsa vai arrebentar em casa mesmo caso ela dê mais uma forçadinha.
Isso me deixou aliviada e ansiosa, pois o parto está cada vez mais próximo :)

Mas ainda não foi nesta lua, quem sabe na próxima… rs


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O final de semana na expectativa…

Escrito por Maristela Steffen Schaukoski em jun 6, 2008

Passei o resto da semana bem, e na quinta a noite ao ir no banheiro percebi um muco clarinho na calcinha, parecendo ser ovulação, achei estranho, então como de costume peguei meu livro sobre gravidez e lá dizia que era o tampão mucoso que poderia estar saindo. Mas não dei muita importância, talvez fosse um corrimento normal.
Na sexta a noite comecei a sentir dores, estava com uma pressão muito grande lá nos países baixos, chegava a latejar, uma sensação bem desagradável. Voltei também a sentir contrações, começamos a anotar, tive 4 em 20 minutos. Então eu conversava com a Júlia e dizia… “ai filhinha, não nasce essa noite, está muito friooooooo”…rs.
Fiquei assim até as 2 horas da manhã , tomei um buscopan, fiquei quietinha, deitada no peito do meu marido e foi tão bom aquele carinho que acabei dormindo.
O resto da noite foi normal, sentia dores, mas nada que indicasse que o parto estivesse perto.
No final de semana ficamos em casa. No domingo sentia tanta dor na vagina que nem conseguia andar, andava de pernas abertas… rsrsrs, meu marido ria de mim e me imitava, andando de pernas abertas e segurando a barriga… foi engraçado.
Mas eu continuei firme, a cada dorzinha uma risadinha, pensando que logo logo ela vai nascer.


Parei com a Inibina!

Escrito por Maristela Steffen Schaukoski em jun 6, 2008

Na terça da semana passada, dia 27 de maio, parei de tomar a Inibina, o remédio que o doutor Eduardo me passou para inibir as contrações e segurar a Júlia por mais umas semaninhas.
Isto nos deu um misto de alegria e preocupação, um lado nos deixava felizes em saber que ela já podia nascer, mas outro nos dizia que era melhor esperar mais umas semanas, pois se ela nascesse ainda seria considerada prematura, pois eu estava de 35 semanas, e a idade certa para um bebê nascer é de 37 semanas para frente.
A cada dia que começava eu e meu marido pensávamos, será que é hoje?
Então, como sabia que ela já podia nascer sem correr riscos, fiquei mais tranqüila e comecei a me preparar para o grande dia, o mais feliz de nossas vidas, o nascimento da nossa Júlia, nossa filha tão amada e esperada.
Graças a Deus, estou me sentindo preparada, sei que vou passar dor, e muita, mas sei que no final tudo valerá a pena, e a recompensa será maravilhosa.
Então, que venha a Júlia :)


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A Júlia já quer nascer!

Escrito por Maristela Steffen Schaukoski em mai 25, 2008

Com 33 semanas, comecei a sentir contrações, sentia uma leve dor e pressão na pelve, vi que alguma coisa estava diferente comigo.

Resolvi então ir no doutor Eduardo para ver como estávam as coisas.

Conversamos e ele me perguntou se eu sentia 3 contrações em meia hora, e eu… “sim, até mais de 3″. Vi que ele ficou mais preocupado, então fomos fazer o ultra para ver como a Júlia estava. Graças a Deus, tudo normal.

Quando fizemos o famoso exame de toque (até então nunca tinha feito nenhum), senti uma dor bem chatinha e para nosso espanto, disse… “ai…tá doendo muito”, e ele… “é claro, estou tocando a cabeça dela”.

Então, me falou que realmente tive contrações bem fortes, para ela já estar tão encaixada e baixa, e que eu teria que tomar uma medicação (Inibina) e fazer repouso absoluto para segurar ela por mais umas semanas, pois se nascesse seria prematura.

Vim pra casa com muito medo, não queria que ela nascesse agora, fiquei muito preocupada, mas fazer o quê, se fosse a hora, seria e pronto.

Ela sempre será bem-vinda, não importa o momento :)


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12/maio – Sexto Ultra-som

Escrito por Maristela Steffen Schaukoski em mai 13, 2008

Curso de Batismo

Escrito por Maristela Steffen Schaukoski em mai 3, 2008

No sábado passado, eu, meu marido, dindinha Marlowa e dindinho André  fizemos o curso de batismo. Agora já está tudo pronto para o batizado da Júlia, só falta escolher a data, pois já decidimos que vamos batizá-la em Alfredo Wagner, na cidade onde mora minha família.

Depois do curso fomos jantar na casa da dindinha, ela preparou uma janta bem gostosa para nós.

Nesse dia os dindinhos deram para a Júlia um jogo de bolsas da Lilica Ripilica, coisa mais linda, em tons de rosa. Obrigado dindinhos, vamos usar muito esse presente :)


Varal

Escrito por Maristela Steffen Schaukoski em abr 24, 2008

Ontem comecei a lavar as roupinhas e as coisinhas da Júlia :)

Quer dizer começamos, pois quem lavou mesmo foi a Léia, minha empregada e vizinha, que está sendo um anjo pra mim, ela tem me ajudado muito, graças a Deus. Obrigado Léia!

Também imaginem vocês, com esse barrigão fica complicado, ainda mais que a casa é de dois pisos tem que descer e subir escadas direto. Outro motivo é que nem consigo pegar as roupas do fundo da máquina, a barriga não deixa… rsrsrs. É não é fácil carregar um barrigão assim!… rs, mas é maravihoso tê-lo e carregá-lo, sou muito orgulhosa e amo muito ele, mas é claro amo mais o que está dentro dele, minha filha querida, a Júlia :)

Sempre vi roupas de bebês no varal lá na mãe, eram das minhas sobrinhas, mas agora foi diferente, aquelas roupinhas ali são da minha filha que eu tanto desejei. Vocês não imaginam como perdi tempo olhando para aquele varal. Me emocionei ao olhar e sentir o cheiro daquelas roupinhas.

Agora minha casa está ficando cor de rosa e o cheiro de bebê realmente impregnou em nossa vida, é um cheiro maravilhoso, só fico imaginando quando sentir esse cheirinho na Júlia… aiai… que ansiedade!


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Consulta

Escrito por Maristela Steffen Schaukoski em abr 21, 2008

Na quarta-feria dia 16/04 tivemos mais uma consulta de rotina.

Na semana anterior refiz alguns exames para ver como está minha saúde e minhas condições para o parto, e graças a Deus está tudo ótimo, não estou com anemia, nem infecção e muito menos com diabetes gestacional, até minha taxa de acúçar está um pouco baixa, mas normal. Acho que a Júlia não gosta muito de coisas doces não, vai ver não quer engordar…rs.

Foi uma consulta demorada, ficamos uma hora no consultório, enchemos o doutor Eduardo de perguntas, e conversamos muito a respeito do parto.

A princípio vou optar pelo parto normal, mas vamos preferir o que for mais seguro para mim e para a Júlia, se tiver que fazer uma cesária tudo tranqüilo também.

Na mesma consulta o médico fez uma ultrasom de acompanhamento, no equipamento que ele tem no próprio consultório, e aparentemente nossa menina está bem desenvolvida.

O diâmetro da cabeça já está com 8,2cm e o peso está em 1.800kg, enquanto o normal para esta idade seria de 1k a 1.200kg.

Ele também tirou outras medidas como tamanho do tronco e do fêmur, em uma destas medidas, a idade gestacional passaria de 29 para 33 semanas de gestação! Imaginem, já está uma mocinha :)


Compramos o quartinho da Júlia

Escrito por Maristela Steffen Schaukoski em abr 21, 2008

Compramos os móveis do quartinho da Júlia…hehehe.

Depois de tanto procurar, finalmente compramos os móveis do quartinho da Júlia, na realidade não é um quartinho, e sim um quartão!

Eu e meu marido vimos que não valia a pena comprar os móveis de quarto de bebê, eram pequenos, mal divididos e mais caros com relação aos de adolescentes e adultos. Então, optamos por comprar um roupeiro com 6 portas e uma cômoda grande, é tão grande que nem sei se vai precisar de tanto… mas como diz o papai… “a mamãe é exagerada mesmo…rs.”.

 O berço compramos em outra loja, também é lindo é no padrão americano mas ainda vai levar mais uns 15 dias para chegar. A fábrica fica no Paraná. Assim que o quarto estiver completo vamos postar fotos aqui no blog e no orkut.

Na terça vieram montar, deu uma bagunça na casa, nossa deu tanto trabalho pra arrumar fiquei muito cansada e dolorida, mas agora já está tudo no lugar.

Essa semana começarei a lavar as roupinhas dela, não vejo a hora de estar tudo arrumadinho e cheiroso… que ansiedade!


Quartinho da Júlia

Escrito por Maristela Steffen Schaukoski em mar 21, 2008

Na semana passada eu e meu marido estivemos olhando nas lojas os móveis do quartinho da Júlia.
Gostamos de um guarda-roupa branco com rosa e um berço branco no padrão americano, mas ainda não compramos nada.

A primeira compra

Essa semana fiz a primeira compra para a Júlia, até então não havia comprado nada, nem um chupeta… não pensem que sou uma mãe desnaturada, é porque estávamos aguardando saber se era menina ou menino.
Comprei um kit de berço, ele é lindo, nas cores branco e rosa. Depois coloco uma fotinho pra vocês verem.

Presente para o papai e para a Júlia

Na terça fui ao shopping com a dindinha Marlowa e comprei um presente que o papai amou, o Godofredo, um coelhinho todo modernoso e estilizado. É uma gracinha!

Presente da dindinha Marlowa

A dindinha comprou para a Júlia uma almofada com a oração do Anjinho da Guarda bordada, coisa mais fofa. Ela disse que é para ensinar a Júlia a rezar. Obrigada dindinha.

Consulta

Fomos com o papai visitar o doutor Eduardo. Graças a Deus está tudo certinho comigo e com a Júlia. Ela já está na posição cefálica, o posição certa pra nascer, e estava com as pernas bem esticadas, chegava a bater na cabeça… parecida que estava fazendo um alongamento…hehe.
Devido a queda exagerada de cabelos e unhas fracas, ele me receitou o Natele, um polivitamínico e a pomada Massê para prevenir rachaduras futuras no bico dos seios. Também me pediu para repetir alguns exames como, HIV, tipagem sangüínea glicemia, sangue,urina e outros.
Nesse mês engordei 2,5kg, mas ainda está dentro do normal, pois ao total ganhei apenas 5 kg. Só que preciso me cuidar agora no 3º trimestre, porque é nessa fase que a gestante ganha mais peso ;)

Entrando no 7º mês

A partir de hoje, entramos no 7º mês de gestação :)
Nossa, como está passando rápido, parece que foi ontem que descobri a gravidez.
A partir de hoje, faltam 98 dias para a Júlia nascer, nem acredito!


Júlia Schaukoski

Escrito por Maristela Steffen Schaukoski em fev 24, 2008

Como diria o Pedro Bial… “Votações encerradas!”

E está decidido, nossa filha se chamará Júlia Schaukoski!

Meu marido estava balançando sobre o nome Vanessa, mas decidiu que não seria legal porque muitas pessoas iriam perguntar para ela a vida inteira se o Vanessa era com V ou com W… E claro, influenciado pela opinião de todo mundo que achou que Júlia era um nome mais bonito.

Estou muito feliz, porque sempre quis ter uma filha com este nome, até quando conheci meu marido pela internet, meu codinome era Júlia… rs 

Obrigada para quem votou ou deu sua opinião pessoalmente.


20/Fev – Quinto Ultra-som – É UMA MENINA

Escrito por Maristela Steffen Schaukoski em fev 21, 2008

É UMA MENINA!

Ontem fizemos o ultra-som morfológico com o Dr. Márcio da clínica URC e finalmente descobrimos o sexo de nosso bebê, é uma menina.

Estamos muito felizes e agora precisamos encontrar um nome.
Meu marido gosta do nome Vanessa e eu gosto de Júlia.
Quer dar sua opinião? Diga qual nome você gosta mais na nossa enquete.


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15/Jan – Quarto Ultra-som

Escrito por Maristela Steffen Schaukoski em fev 17, 2008

Hoje é aniversário de meu marido e amanhã talvez ele ganhe um ótimo presente de aniversário de nosso bebê… a gente vai fazer um outro ultra-som e quem sabe não descobrimos o sexo do bebê!

Abaixo um ultra-som que fizemos mês passado, demorou para a gente publicar, mas está aí. 


Catéter

Escrito por Maristela Steffen Schaukoski em fev 16, 2008

Amigos, desculpem por não ter mais postado nada, mas é que essas últimas semanas foram bem complicadas pra mim.
Sofri com cólicas renais fortes e foi necessário a colocação de um catéter do rim até a bexiga para drená-lo. Por isso, passei por uma pequeno procedimento na terça-feira necessitando de uma anestesia Raqui, mas graças a Deus deu tudo certo, já estou melhor e me recuperando aos poucos. Devo retirar este catéter em 3 semanas.

No dia seguinte que fiz meu procedimento, minha mãe também fez a cirurgia dela, foram longas seis horas e meia de cirurgia, mas, mais uma vez Deus atendeu nossos pedidos, a cirurgia foi um sucesso e ela já se recupera bem.
Já voltou para casa, depois de ter passado um mês e 11 dias no hospital.
Vó Valéria, estamos torcendo pela sua recuperação. Se cuide!

Nossa, foi uma semana de muitas angústias e preocupações, mas Deus nos dá forças, e agora estamos todos bem, eu, meu bebê e minha mãe.


A primeira foto do rostinho do nosso bebê

Escrito por Maristela Steffen Schaukoski em jan 29, 2008

Como meu marido trabalha com desenho, ele capturou uma imagem do ultra-som e colorizou no Photoshop, ficou uma graça.
Claro que sabemos que ele ainda tem muitas coisas a mudar, mas já sabemos que o biquinho é da mamãe… rsrs

Primeira foto do rostinho do nosso bebê


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A volta para casa e os enjôos

Escrito por Maristela Steffen Schaukoski em jan 29, 2008

No dia primeiro voltamos para Criciúma, meus enjôos até que tinham melhorado, consegui passar um dia sem tomar remédio, foi muito bom, mas quando chegou à hora de voltar pra casa, aiaiai… Os enjôos voltaram e fortes!
Já vomitei cedo, antes mesmo de tomar café.
Depois de nos despedirmos seguimos viagem, mas foi horrível, eu estava muito enjoada. Em Urubici vomitei novamente, e como vomitei, tive até que trocar de roupa…
Eca! Foi muito ruim.
Para tentar amenizar um pouco tomei outro Vomistop, o remédio de enjôos que tomo sempre, e deitei no banco de trás, mas não adiantou, antes mesmo de chegar a Bom Jardim, lá estava eu vomitando novamente. Pensei que teria que parar num hospital para tomar um Plasil na veia, mas como já havia tomado dois remédios de enjôo, achamos melhor não arriscar, afinal de contas, estou grávida.
Sabe, parece até que esses enjôos foram emocionais…
Eu queria era estar em três lugares ao mesmo tempo, no hospital com minha mãe, ter ficado com o pai para ajudar e ter vindo pra casa com meu marido.
Essa confusão só pode ser coisa de grávida mesmo.


A virada do ano

Escrito por Maristela Steffen Schaukoski em jan 29, 2008

Nossa virada não foi muito divertida porque minha mãe ainda estava no hospital.
Estávamos eu, meu marido Osvaldo, meu pai Orli, minha irmã caçula e solteira Bruna, minha irmã Ana e seu marido Sidnei e seus filhos Ana Luiza, Sidnei Filho e Ana Lívia.

Sentimos a falta da minha mãe, mas sabíamos que era melhor ela estar no hospital sem dores do que estar conosco sofrendo.

Deixa mãe… Ainda passaremos muitas viradas de ano juntos, e com mais um netinho(a).


Uma semana na casa da Vó Valéria

Escrito por Maristela Steffen Schaukoski em jan 20, 2008

Estava ansiosa porque na semana entre natal e ano novo ficaríamos na casa da vó Valéria. Isto deveria amenizar um pouco os enjôos e seria ótimo comer de novo a comidinha da mamãe. Iríamos fazer aquela tão esperada feijoada, que estou com vontade de comer desde dezembro, mas as coisas não saíram como planejamos.

Na quarta à noite a vó Valéria passou muito mal, então a levamos pro hospital de Alfredo Wagner, mas não adiantou. Ela teve de ser transferida para Florianópolis, para um hospital com mais recursos, para remover a vesícula. Foi um misto de ansiedade e culpa, eu queria ter ido cuidar dela no hospital, mas agora grávida nem pensar. Quem foi junto foi meu pai e eu sei que ele cuidou muito bem dela.

Ficamos um pouco desorientados sem minha mãe em casa, mas fazer o quê… Pensamos em voltar para Criciúma, mas resolvemos ficar lá na companhia das minhas irmãs.

Foi legal, agradeço a Ana, minha irmã mais velha por ter nos recebido tão bem.

Sem contar que acabou sendo um estágio para nós cuidando de nossa sobrinha Ana Lívia de 6 meses, e olha, não é que meu marido me surpreendeu?… Tenho certeza de que ele será um ótimo pai, ou melhor, já está sendo.

Hoje é 20 de janeiro e minha mãe ainda está internada em Florianópolis, talvez na próxima semana seja feita a cirurgia.


Natal

Escrito por Maristela Steffen Schaukoski em jan 12, 2008

Esta foi a primeira vez que nós três passamos um natal juntos, afinal, mesmo que nosso bebê ainda não esteja em nossos braços eu já o sinto dentro de mim.
Passamos a ceia da véspera de natal na casa da vó Célia, aqui em Criciúma, e no dia seguinte viajamos para Alfredo Wagner para a casa da vó Valéria.
Almoçamos com a minha família e depois nos divertimos um monte revelando o amigo secreto.

Só não foi melhor porque a vó Valéria estava sentindo muitas dores na vesícula, tadinha chorou quase a tarde toda com dores.


20/Dez – Terceiro Ultra-Som

Escrito por Maristela Steffen Schaukoski em dez 21, 2007

Apenas uma semana depois do segundo,  fizemos este terceiro ultra-som.

Não foi apenas por capricho, trata-se de um exame obrigatório para verificar a Translucência Nucal e a formação do Osso Nasal.
Como o aparelho de ultra-som do dr. Eduardo não tem resolução para verificar estas características ele nos pediu que fizéssemos novamente em uma clínica especializada.
Estes exames são muito importantes e precisam ser feitos na décima segunda semana de gestação. Servem para detectar a possibilidade da criança desenvolver síndrome de Down e a possível má formação do palato nasal.

Graças a Deus nosso bebê está perfeito! :-D

Há três clínicas muito boas em Criciúma, duas das quais oferecem o famoso ultra-som em 4D.
Decidimos fazer com a Cliniimagem e apesar dos protestos das recepcionistas, também pagamos um adicional ao que a Unimed cobre, para fazermos um primeiro ultra-som em 4D.

O doutor Maurício que fez o exame se recusou a cobrar o adicional pelo exame em 3D / 4D, já que as imagens ficaram muito ruins, porque nosso bebê ainda é muito pequeno.

Confira como foi nosso primeiro ultra-som com 3D e 4D abaixo.


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12/Dez – Segundo Ultra-Som

Escrito por Maristela Steffen Schaukoski em dez 12, 2007

Como ele se mexeu! Até parecia que sabia que estava sendo visto!

Mexia as mãos, as pernas e até a cabeça!


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Vinagre Balsâmico

Escrito por Maristela Steffen Schaukoski em dez 10, 2007

Depois que os enjôos começaram a dar uma trégua, surgiram os vômitos. Eles foram ficando cada vez mais freqüentes, não adiantava mais nem tomar Meclim e Dramim, nada fazia efeito.
No domingo fiquei com desejo de comer costela, mas pra falar bem a verdade, não era bem a costela que eu estava com vontade de comer e sim o vinagre que eles tem lá na Fábrica de Costelas, um ótimo restaurante aqui de Criciúma, adoro aquele vinagre! Mmm…
Então resolvemos ir e falei pro meu marido que queria comprar um pouco daquele vinagre. Dito e feito. Mas acabou sendo melhor que a encomenda, chegando lá chamei seu Luiz, o dono do restaurante e perguntei se ele não me vendia uma coisa, falei que estava grávida, e ele me interrompeu dizendo… “Se está grávida, já está vendido!” sem nem ao menos saber o que era… Nossa, como as pessoas tem cuidado com as grávidas, confesso que estou amando estar grávida… Risos! Depois de almoçarmos o seu Luiz veio com uma garrafinha com o famoso vinagre e nos deu de presente. “Presente para o bebê, imagina, não vamos deixar este bebê nascer com cara de azedo!…” Risos…
Mas às vezes as coisas não são como a gente acha de deveriam ser, à noite começaram os enjôos… E puxa, como foi ruim vomitar aquele vinagre. Vomitei muito, forcei tanto que minha garganta machucou. Tadinho do meu marido, ficava por perto sem saber o que fazer.

Aniversário de Casamento
Na segunda-feira estávamos comemorando nosso aniversário de casamento, dois anos de muitas alegrias e amor. De manhã ele saiu pra comprar pão e me trouxe um lindo buquê de rosas vermelhas e um cartão com dizeres que ressaltavam nosso amor.
Que pena que não estava me sentindo bem para comemorarmos como merecíamos, mas fazer o quê… Estamos grávidos.
Ao meio-dia me sentia como se fosse virar o estômago do lado avesso de tanto que vomitei. Minha vizinha Leia veio me ver e fez uma gelatina pra que eu pudesse comer algo. Mas que nada… Até gelatina e água eu vomitava.
Não almoçamos ao meio-dia, devido aos meus vômitos, mas às 16h meu marido com fome, tadinho, fez um churrasco gostoso, mas mesmo assim não comi. Ele acabou comendo sozinho, eu só lambisquei, porque o cheiro estava gostoso, mas definitivamente não foi a comemoração que a gente imaginava.

Sangue no Vômito
Na mesma noite eu estava fraca e voltei a vomitar novamente e me preocupei mesmo quando veio sangue junto com o vômito. Meu marido imediatamente ligou para o doutor Eduardo que nos aconselhou ir para o hospital. Fomos nós, quase meia-noite. Consultamos com um médico de plantão, o doutor Daniel. Graças a Deus fomos muito bem atendidos e me deram soro com Plasil na veia, o que me fez melhorar um pouco.
Meu marido tinha me preparado uma sopa de legumes, que achei que nem iria experimentar depois que vomitei com sangue, mas depois do soro fiquei um pouco mais animadinha e me sentindo melhor. Até comi a sopa e graças a Deus melhorei bastante. A partir de então seguindo recomendações do doutor Daniel comecei a usar o Plasil, o que não me deixou mais vomitar.

Aniversário da tia Miriam
Na terça minha cunhada estava de aniversário, então fomos almoçar na casa da minha sogra. A comida estava boa, até que consegui comer um pouquinho melhor. Logo em seguida voltamos pra casa e dormi o resto do dia.
No resto da semana descansei bastante, só levantava da cama mesmo pra comer, para me recuperar da desidratação.

Final de semana
No sábado fui na festinha de aniversário do Gustavo, meu vizinho de 10 anos. Como sempre, só comi um pouquinho, docinhos mesmo foram só uns três, apenas para matar as bichas… Risos.
No domingo fui ao Shopping passear com minha comadre Marlowa, fomos às compras. Comprei o presente do meu afilhado Sidney que estará de aniversário no domingo que vem. Foi cansativo mas divertido, conversamos um monte e deixamos nossos maridos em casa trabalhando… Risos, alguém tem que trabalhar né?… Risos.

Calor e Feijoada
Hoje fez muito calor aqui e no início da tarde me deu um calorão que parece que eu iria entrar em combustão espontânea!… Risos. É engraçado agora, mas passei trabalho, parecia que não ia agüentar de tanto calor.
Tomei um banho frio e não me sequei mas o calor secou meu corpo em minutos!
Ainda bem que tenho um marido com ótimas idéias, ele então molhou uma camiseta e me pediu para vestir, depois uma toalha molhada para as pernas e uma bacia de água para os pés, mas mesmo com tudo isto eu não refrescava.
Fiquei assim na frente do ventilador com roupa molhada, e aos poucos minha temperatura foi refrescando. Ufa! Que calor.
Descansei um pouco e então me bateu uma vontade louca de comer feijoada. Imaginem, feijoada depois desse calorão todo, e às 4 horas da tarde… Risos… Coisa de grávida mesmo.
Me imaginava comendo um pezinho de porco, com umas pelancas… Mmmmm… Dava água na boca.
Então mais uma vez meu super-herói teve a solução, foi no mercado comprar feijoada enlatada pra matar esse meu desejo louco. Pena que não tinha o tal pezinho de porco, mas estava muito gostoso aquele feijão… Matou a vontade.

Ah, pra resolver esse problema de calorões, meu marido já tomou providência, comprou um ar condicionado de 18.000 BTUs, agora a casa vai gelar…rsrs.

Obrigada meu amor, por ser tão paciente, compreensivo e prestativo comigo, te amo muito… quer dizer, te amamos muito!


Enjôos, enjôos e mais enjôos

Escrito por Maristela Steffen Schaukoski em nov 27, 2007

Enjôos, enjôos e mais enjôos
Ah, e vômitos também… Estas últimas semanas foram terríveis, nem tive ânimo de atualizar o blog. Quem está digitando pra mim é o meu marido, está digitando em um notebook de um cliente, estamos na cama, são 2 horas da madrugada de 27 de novembro de 2007.
Eu estou com um copão de coca-cola para tentar aliviar o enjôo, enquanto a gente decide como resumir estas últimas semanas da nossa gravidez.

A primeira viagem do neném para a casa da vó Valéria
Depois das recomendações do nosso médico me dopei de Dramin e pegamos a estrada para Alfredo Wagner.
Surpreendentemente não dormi nada na viagem… Era o feriadão de 15 de novembro.
Minha mãe esteve internada a semana inteira com problemas de pedras nos rins, mas graças a Deus ela já estava melhor na quinta-feira.
Meu pai fez questão de fazer um churrasco para comemorar a minha gravidez, isto me emocionou… Ver tanta felicidade em minha família.

Voltamos no domingo. Chegamos em casa muito cansados da viagem e eu vomitei pela primeira vez… Que coisa horrível, nunca tinha vomitado pelo nariz! A única coisa que me ajudou foi a bendita Coca-cola.
Mas eu estava com muito medo de prejudicar o bebê tomando Coca durante a gestação.
Na quarta-feira fomos a nossa segunda consulta de pré-natal com o doutor Eduardo. Eu já estava preparada para levar bronca pela Coca-cola, mas que surpresa, o médico me tranqüilizou dizendo que não havia problemas em tomar o refrigerante se me fazia sentir melhor quando estava enjoada.
Fizemos também um novo ultra-som e nosso bebezinho agora já mediu 2.4 cm! Que grande, quase uma polegada. Risos…

A infecção
Infelizmente, depois de 15 dias tomando Pipurol, o antibiótico receitado pelo obstetra, o resultado do exame indicava que eu ainda tinha a maldita Escherichia Colli… Fazer o quê… Continuei tomando o antibiótico. O médico me pediu para fazer um novo exame de cultura da urina, desta vez em outro laboratório.

Pegamos o resultado deste novo exame na segunda-feira e…
EEEEEEEEEEE!!!
A infecção acabou!
Já era hora! Mesmo assim levamos o resultado para o médico avaliar, e de fato, tudo está normal agora.
Eu tinha medo de que ainda houvesse alguma infecção devido às dores que sinto na bexiga e nas costas, mas sabe o que o doutor Eduardo me disse sobre estas dores?
 “Minha filha, o que você tem é apenas gravidez!”

Galinha Choca
O doutor Eduardo me explicou que todos estes sintomas são normais, que o enjôo que eu sinto são devido à grande quantidade de hormônios, o mesmo hormônio que é detectado nos testes de gravidez, e que agora que estou com 10 semanas de gestação,  esta fase está quase acabando. Normalmente este hormônio diminui quando se chega em 12 semanas.
Então ele lembrou que quando uma galinha fica choca, ela também perde o interesse em outras atividades, e fica no cantinho, somente chocando os ovos, e que eu estou assim, como uma galinha choca!
Vê se pode!  Risos…

Telefonei pra casa da mãe, e meu pai deu risadas! Por coincidência, meu pai sempre chama minha mãe de “choca velha”…

Olina I
Fomos à festinha de aniversário de 10 anos de nossa vizinha Beatriz no fim de semana. Comi muitos salgadinhos e alguns docinhos, mas nem consegui provar a torta… O dia transcorreu normal. Mas de noite acabei vomitando novamente. Desta vez lembrei de segurar o nariz, para não vomitar pelo nariz…

Meu marido, que sempre fica tentando me ajudar em tudo, ficou insistindo que eu deveria tomar Olina ao sentir vontade de vomitar.
Na última consulta ele até perguntou para o médico se mulher grávida podia tomar Olina, e ele respondeu que sim, mas também riu e disse que Olina tem um gosto muito ruim…
Domingo à noite eu comecei a sentir vontade de vomitar e resolvi acatar a sugestão do meu marido, e pra falar a verdade, até que nem achei a Olina tão ruim assim, comparando com o vômito, claro! Risos…
E não é que deu certo?
Não vomitei e até fiquei com fome, acabei comendo um pacotinho de amendoim japonês depois disto… É, quem diria, eu agora gosto de comer salgados e repudio doces!
Daqui pra frente, vou manter o vidro de Olina por perto! Risos…

Olina II
Hmmm… parece que cantamos vitória muito cedo, acordei hoje com enjôo, e meu marido sugeriu tentar a Olina novamente, mas desta vez para decepção nossa eu vomitei a Olina e tudo mais que tinha no estômago. Eca.

Nem adianta segurar o nariz também, o jato de vômito é tão forte que sai pelo nariz também e hoje parece que até pelos olhos eu senti alguma coisa. Só falta sair pelos ouvidos mesmo! Risos…

Beijando a barriga
Meu marido riu de mim quando eu falei que só sentia pena de uma coisa… Que eu não consigo beijar minha própria barriga!


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02 a 09/nov

Escrito por Maristela Steffen Schaukoski em nov 11, 2007

No dia 02 que era feriado, dormi o dia inteiro, chovia e estava um clima gostoso pra descansar.

No final de semana os enjôos aumentaram. Também descansei bastante.

Na segunda-feira, tinha consulta marcada com o obstetra e estava ansiosa porque dessa vez iria ver alguma coisa. Meu marido me acompanhou e fomos visitar o doutor Eduardo.

Muitas dúvidas me surgiram nesta semana, dúvidas como …será que posso viajar? … os corrimentos são normais? …e outras. Então o doutor Eduardo nos respondeu e nos tranqüilizou. Avisou que poderíamos fazer tudo o que fazíamos antes, só que quando formos viajar para a casa da vó Valéria e do vô Orli, será necessário tomar Dramin e talvez fazer mais paradas para esvaziar a bexiga, ou seja, vamos precisar de mais horas pra fazer o trajeto, sem contar que provavelmente meu marido viajará sozinho, pois acabarei dormindo.

Depois desta conversa o doutor Eduardo me pediu exames de urina, pra ver se minha infecção já havia acabado e chegou a hora do tão esperado ultra-som.

Nossa, estava muito ansiosa, mas ainda não foi desta vez, como o aparelho de ultra-som dele é muito antigo só serve para acompanhamento, não tem muita resolução e não conseguimos ver nosso bebezinho. Ele então me pediu um ultra-som transvaginal em uma clínica especializada para ver se estava tudo certo. Confesso que fiquei preocupada porque meu bebezinho ainda não aparecia no ultra-som.

Saímos da consulta e fomos direto à clínica do doutor Odilmar Monteiro para marcar o ultra-som transvaginal. Marcamos pra quarta-feira, dia 07.

Na terça de manhã me sentia muito enjoada, estava me sentindo muito mau, tomei o remédio de enjôos e dormi o dia todo, só acordei pra almoçar e para ir para a faculdade.

Na quarta acordei me sentindo melhor, saímos de manhã, fomos visitar um cliente e as 13h30 já estávamos na clínica pra fazer o ultra-som. Como chegamos cedo, fomos fazer uma visitinha rápida no consultório dentário da dinda Marlowa, já que ela trabalha no mesmo prédio. Porque minha barriga está muito grande, a dinda Marlowa também estava ansiosa pra saber se tínhamos dois bebês ou mais… rsrs.

As 14h20 entramos para fazer o ultra-som, para variar, estava ansiosa e nervosa, só pensava, será que são dois? Mas eu nem imaginava a emoção que iria passar ao ver meu bebezinho pela primeira vez.

Me marido filmou todo o ultra-som. O doutor Odilmar dizia… “Aqui está o bebê…” Nossa, eu estava numa emoção só. Então ele disse… “Aqui está o coração, vou colocar pra vocês ouvirem”… Nossa, nós não esperávamos por aquilo, minhas pernas tremiam, lágrimas correram no meu rosto, parecia um tambor rufando, o som era forte e alto, e eu não conseguia ficar imóvel, eu tremia de emoção, e doutor Odilmar brigando comigo… “Não se mexa, não se mexa, senão não consigo medir os batimentos!” Mas como ficar parada se minhas pernas tremiam sozinhas?… rsrsr. Mas por fim me concentrei, fiquei mais relaxada e consegui ficar quietinha, foi onde ele disse… “Está com 140 batimentos por minuto.”

Eu e meu marido estávamos muito emocionados, e o doutor disse que nosso bebê estava perfeito, tudo normal e que se fosse menino que viesse bem moleque…

rsrs.

Nos parabenizou e saímos da sala.

Ao retornar para casa ainda estávamos emocionados e não pensávamos direito, precisávamos ir no mercado, mas passamos direto… rsrs, foi uma situação até engraçada.

Como já fazia uns dias que eu estava com desejo de comer um picolé da Kibom paramos na loja de conveniências do Nosso Posto. Nossa, era um picolezão bem caro, mas o que importava é que eu estava com desejo… rsrs. Confesso a vocês que nunca saboriei um picolé como aquele… rsrs, era de fazer… hmmmm, hmmmm… rsrsr.

Na quinta não passei bem a noite, me sentia enjoada, com dores de barriga e diarréia. De manhã não comi quase nada, apenas uma torrada e perto do meio-dia fomos buscar o exame de urina, pra ver como estava a infecção. Fiquei desapontada porque ela ainda não tinha acabado… mas fazer o quê… temos que continuar o tratamento.

Fomos almoçar e depois liguei para o doutor Eduardo que me pediu para ir ao hospital, para ver o resultado do exame e acabou me receitando o mesmo antibiótico, Pipurol, que é o único que ele recomenda para grávidas que como eu tenham sensibilidade a penicilina. Como fazia muito calor em Criciúma, estava me sentindo indisposta e com muito enjôo.

Mas posso dizer que foi um dia péssimo, eu estava muito mal. Mas sei que isso tudo faz parte da gravidez, coitado do meu marido, até dele estou enjoando, do cheiro, do beijo, de tudo… Mas o que me conforta e que isso logo logo vai passar… Se Deus quiser.

No dia seguinte acordei bem, tomei um bom café, comi dois pães e bebi 3 xícaras de café, ainda bem que consegui comer e não fiquei enjoada, mas sei que isso é o efeito do remédio anti-enjôo que o doutor Eduardo me receitou, o Meclin.

Mas melhor assim, ainda que com a ajuda do remédio.


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07/nov – Primeiro Ultra-som

Escrito por Maristela Steffen Schaukoski em nov 7, 2007

Ouvimos o som do coração de nosso bebê pela primeira vez.

 Muito emocionante!


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27/out a 01/nov

Escrito por Maristela Steffen Schaukoski em nov 3, 2007

A Segunda Semana (27/out à 01/nov)
Tenho me cuidado bastante e neste fim de semana o enjôo aumentou. Domingo à noite estava muito enjoada. Como me ensinaram comi bolacha salgada e tomei muita água. Percebi que essa semana prometia.
E foi isto mesmo que aconteceu… esta semana me senti muito enjoada. Ainda não cheguei a vomitar mas não estou conseguindo comer direito e os cheiros estão cada vez mais fortes e enjoados. Acho que agora estou me sentindo totalmente grávida… rsrsrs

Quarta-feira tomamos um café gostoso na casa da dinha, conversamos tanto que antes mesmo de percebermos já era quase meia-noite!

Os primeiros presentes
Quando ainda estava sendo projetado o bebê já recebeu os primeiros presentinhos.
Foram da dinha Marlowa que não resistiu e comprou uma meia bem pequeninha, um mordedor, um chocalho e uma escova dental de bebê, claro, afinal ela é dentista! Tudo muito fofo…
O segundo presente foi da minha amiga Micheline, um sabonete com saboneteira da Natura, nossa, que cheiroso que ele vai ficar… obrigada gente!


19 a 26/out

Escrito por Maristela Steffen Schaukoski em nov 3, 2007

 A primeira semana (19 à 26/out) 

As cólicas não paravam… E como sou mamãe de primeira viagem liguei para o doutor Eduardo já no primeiro dia de gravidez confirmada, ele será o meu ginecologista e obstetra durante a gestação…
O doutor Eduardo foi muito gentil e me atendeu com muita paciência e calma, fiquei sabendo que as cólicas são normais e até que o congestionamento do nariz é um sintoma de gravidez, então depois de me receitar remédios para cólicas e congestionamento nasal, marcamos uma consulta para fazer o pré-natal.
Naquele final de semana apareceram os primeiros enjôos, mas apenas durante a madrugada quando eu levantava para ir ao banheiro. De sintoma de grávida só sentia enjôo e dor nos seios.
Na segunda-feira fomos à consulta marcada, (meu marido sempre vai comigo), conversamos com o médico sobre a gravidez e ele nos parabenizou porque conseguimos engravidar rápido… rsrs. 
Como já falei antes ainda estou com infecção urinária, então o doutor me receitou um antibiótico especial para gestantes. Outro problema são os enjôos, que segundo o doutor Eduardo tendem a piorar, por isto também me receitou um remédio para enjôos.
Como já havia feito todos os exames pré-concepcionais não foi necessário nenhum exame pré-natal.

Na mesma consulta fizemos nosso primeiro ultra-som.
A emoção foi grande. Pensei que iria ver meu bebezinho, pequenininho é claro. Mas o doutor já foi me adiantando, “Acho que você está grávida de pouco tempo Maristela e assim não aparece nada no ultra-som”.
Mesmo assim senti uma emoção forte, poderia ser a primeira vez que veria meu bebezinho.
Mas o doutor Eduardo tinha razão, minha gravidez ainda era muito recente e não apareceu nada.
Mas na próxima consulta já será possível ver alguma coisa, então só nos resta esperar.

Durante a realização do ultra-som, como vocês sabem, meu marido que quase não gosta de fotos e filmagens, registrou todo o momento, filmou todo o ultra-som, mas como não vimos nada, só valeu mesmo a intenção… rsrsrs, sei que na próxima vez ele verá.

Agora só cabe a mim descansar bastante e sarar desta infecção.

No mais está tudo certo.


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